Poetas já versaram sobre ser a vida um eterno rascunho. Filósofos modernos já discorreram sobre viver sempre em transformação, sobre ser menos exigente com sigo mesmo.
Sem qualquer pretensão poética ou filosófica, abro esta jornada de textos rascunhados. Simples textos, inspirações do momento, frases que vem, palavras (com ou sem sentido) que se juntam - tudo isso aglomerado aqui. E importante: sem revisão.
Estas letras desfiladas em sua tela nada mais são que reflexos da minha mente e do meu espírito que escaparam por alguma brecha de meu Ser, burlando o famoso superego (que tudo julga) e se despejando no éter do espaço virtual, qual teclas ao vento.
Imagino mil teclados desmontados, milhares de teclas soltas numa caixa, disponíveis, prontas para voar. Imagino minha mão se afundando na caixa, colhendo um punhado de teclas, aleatoriamente e atirando-as para cima, para serem colhidas pela brisa.
Teclas ao vento... Onde elas cairem, cairam... As palavras que se formarem, formadas estão. Sem retoques. Cruas. Servidas como chegaram.
Comente o quanto quiser. Faça você os retoques. Meu trabalho acaba no botão "postar".
Bom proveito!
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